RESIDÊNCIAS MERGULHADAS EM FEZES HUMANAS

20180123150344whatsapp_image_20180123_at_15.47.47CONJUNTO CIRZINANDO LUIZ DE MOURA – DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA MERGULHADO EM DEJETOS HUMANOS

  • Linviston Ferreira
  • WhatsApp +55 92 984616126
  • Careiro/AM
  • 30/01/2018

 

O que seria o sonho da casa própria virou pesadelo para os moradores do Conjunto Cirzinando Luiz de Moura no município do Careiro/AM (a 112 km de Manaus), construído pela STAFF CONSTRUÇÕES**,  sob gerenciamento da CEF – Caixa Econômica Federal, através do programa Minha Casa, Minha Vida.

Como as obras de drenagens pluviais foram mal feitas, a águas das chuvas se acumulam formando uma lagoa na rua 2 e avenida ‘A’.

Não fosse suficiente, as casa não possuem fossas séptica, e a rede de esgoto que deveria conduzir os dejetos humanos para a estação de tratamento não funcionam, fazendo que durante a chuva os excrementos retornem para dentro das casas pelos ralos e inundem as residências com um caldo de águas de chuva, cocô e tudo o mais que se possa imaginar.

Desde da entrega das residências em setembro de 2016 que os moradores vêm sofrendo com a má qualidade das obras entregues pela CONSTRUTORA STAFF, alias os responsáveis (‘ou irresponsáveis’), sumiram e passou-se a um jogo onde um empurra responsabilidade para o outro, enquanto a população do conjunto segue pedindo socorro sem saber a quem.

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** STAFF CONSTRUÇÕES
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Manaus – AM
69057-120
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  • Presidente do Movimento de Apoio a PL 2918 – Zona Franca Metropolitana;
  • Vice-Presidente Regional do PSDC – Partido Social Democrata Cristão;
  • Presidente da CCJ – Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Vereadores de Careiro/AM.

 

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A JUSTIÇA DO TRABALHO MAIS CARA DO MUNDO

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Leiam o texto abaixo, de José Roberto Guzzo, publicado na Veja. É impressionante.

Aconteceu numa sessão qualquer de uma dessas comissões da Câmara dos Deputados em que pouca gente fala, pouca gente escuta e quase ninguém presta atenção, mas nas quais, de vez em quando, é possível ficar sabendo das coisas mais prodigiosas. No caso, o deputado Nelson Marchezan Júnior, do Rio Grande do Sul, tomou a palavra a certa altura dos procedimentos e revelou o seguinte: a Justiça do Trabalho deu aos trabalhadores brasileiros que recorreram a ela no ano passado um total de R$ 8 bilhões em benefícios; no decorrer desse mesmo ano, gastou R$ 17 bilhões com suas próprias despesas de funcionamento. É isso mesmo que está escrito aí. A Justiça do Trabalho brasileira custa em um ano, entre salários, custeio e outros gastos, o dobro do que concede em ganhos de causa à classe trabalhadora deste país. Pela aritmética elementar, calculou então o deputado, o melhor seria a Justiça do Trabalho não existir mais, pura e simplesmente. Se o poder público tirasse a cada ano R$ 8 bilhões do Orçamento e entregasse essa soma diretamente aos trabalhadores que apresentam queixas na Justiça trabalhista, todos eles ficariam tão satisfeitos quanto estão hoje, as empresas reduziriam a zero os seus custos nesse item e o Erário gastaria metade do que está gastando no momento. Que tal?

Não existe nada de parecido em país algum deste mundo, ou de qualquer outro mundo. Como seria possível, numa sociedade racional, consumir duas unidades para produzir uma — e achar que está tudo bem? O sistema ao qual se dá o nome de “Justiça do Trabalho” continua sendo uma das mais espetaculares extravagâncias do Brasil — e mais uma demonstração concreta, entre talvez uma centena de outras, da facilidade extrema de conviver com o absurdo que existe na sociedade brasileira. E o que nos faz aceitar resultados exatamente opostos ao que se deseja — estamos nos tornando especialistas, ao que parece, em agir de forma a obter o contrário daquilo que pretendemos. Todos querem, naturalmente, que a Justiça do Trabalho produza justiça para os trabalhadores. Mas fazem tudo, ou aceitam tudo, para gerar o máximo de injustiça, na vida real, para esses mesmíssimos trabalhadores. Que justiça existe em gastar R$ 17 bilhões de dinheiro público — que não é “do governo”, mas de todos os brasileiros que pagam imposto — para gerar R$ 8 bilhões? É obvio que alguma coisa deu monstruosamente errado aí. A intenção era fazer o bem; está sendo feito o mal em estado puro.

A Justiça trabalhista é acessível a apenas 40% da população; os outros 60% não têm contrato de trabalho. Ela não cria um único emprego — ao contrário, encarece de tal forma o emprego que se tornou hoje a principal causa de desestímulo para contratar alguém. Não cria salários, nem aumentos, nem promoções. Apenas tira do público o dobro do que dá. Mas vá alguém querer mexer nisso, ou propor que se pense em alguma reforma modestíssima — será imediatamente acusado de querer suprimir “direitos dos trabalhadores”. Hoje a Justiça trabalhista gasta 90% do orçamento com os salários de seus 3,5 mil juízes, mais os desembargadores de suas 24 regiões, mais os ministros do seu “Tribunal Superior do Trabalho”, mais os carros com chofer. Em nome do progresso social, porém, fica tudo como está.

Tudo isso, claro, é apenas uma parte da desordem que transforma a Justiça brasileira numa imensa piada fiscal. Com a mesma indiferença, aceita-se que o Supremo Tribunal Federal, com 11 ministros, tenha 3 mil funcionários cerca de 300, isso mesmo, para cada ministro. Mas não é suficiente: o brasileiro tem de pagar também R$ 1 bilhão por ano para ser assistido por um “Tribunal da Cidadania”, de utilidade desconhecida — o Superior Tribunal de Justiça, esse já com 33 ministros, quase 5 mil funcionários, incluindo os terceirizados e estagiários, e capaz de consumir dois terços inteiros do seu orçamento com a folha de pessoal. Tempos atrás, o historiador Marco Antonio Villa trouxe a público o deslize para a demência de um órgão público que foi capaz de consumir R$ 25 milhões, num ano, em alimentação para funcionários, pagar de R$ 400 mil a R$ 600 mil reais de remuneração mensal a seus ministros aposentados e ter na folha de pagamento repórteres fotográficos, auxiliares de educação infantil e até “jauzeiros”. O que seria um “jauzeiro”? Vale realmente tudo, nesse STJ.

Você pode querer que nenhuma mudança seja feita nisso aí. Também pode achar que esse sistema, tal como está, é uma conquista social. Só não pode querer que um negócio desses funcione.

By: Ranking Políticos 

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